NEWSLETTER DIANOVA ESPECIAL #QUITSTIGMANOW 2018

Dianova Portugal… Juntos inspiramos a mudança e contribuímos para a resolução de problemas globais que afectam a sociedade portuguesa, numa perspectiva educativa e inclusiva!

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A dependência de substâncias é um “distúrbio de saúde” de “uma natureza crónica e recorrente” que deve ser abordado como uma questão de saúde e social. 
Nações Unidas UNGASS 2016

JUNTE-SE A NÓS PARA “ACABAR COM O ESTIGMA” #QuitStigmaNow

 

26 de Junho celebra o terceiro ano do Dia Internacional da Luta Contra o Uso e Tráfico Ilícito de Drogas das Nações Unidas desde a adopção dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) em 2015 que inclui o compromisso de não deixar ninguém para trás na implementação destes objectivos.

Muitas pessoas com perturbações relacionadas com substâncias psicoactivas sofrem de isolamento social e necessitam de enfrentar o estigma e a discriminação.

Os estigmas têm o potencial de impactar negativamente áreas diversas da vida de uma pessoa, incluindo emprego, habitação, relações sociais e saúde física e mental. Causam um atraso na obtenção de tratamento, na recuperação e, finalmente, na reintegração na sociedade.

 

“ACABAR COM O ESTIGMA” - "NÃO PROCURE A DIFERENÇA, NÃO EXISTE!"

 

Como habitualmente há mais de 15 anos, a campanha será lançada a 26 de Junho pelos membros da rede internacional Dianova, nomeadamente no Canadá, Chile, Uruguai, Nicarágua, EUA, Espanha, Itália, Portugal, Suécia, Eslovénia, Quénia, Paquistão, Índia.

Procura consciencializar para os graves efeitos emocionais, físicos e psicológicos da rejeição social em pessoas com perturbações associadas ao abuso de álcool ou de outras drogas, bem como outras dependências comportamentais.

O objectivo último é salientar que a dependência não é uma escolha pessoal, mas um problema de saúde pública que deve ser tratado como tal.

A estigmatização de pessoas que enfrentam tais problemas pode ter vários impactos:

> pode criar um sentimento de vergonha que pode atrasar a decisão de iniciar o tratamento de reabilitação;

> pode agravar os problemas de saúde e sociais que estão frequentemente associados ao seu estado. Nomeadamente, problemas de saúde mental, ausência de acesso a alojamento, transmissão da hepatite C ou do HIV;

> pode constituir um obstáculo para encontrar ou manter um emprego.

Sob o slogan "Não procure a diferença, não existe!", a campanha pretende desconstruir o imaginário social de que todas as pessoas que usam ou usaram drogas são "delinquentes" ou que "o problema das drogas" se cinge à pobreza e ao tráfico de drogas, etc.”.

"Não há cidadãos de primeira ou segunda categoria e não devemos deixar ninguém para trás" pelo que pedimos à sociedade que se una à campanha #QuitStigmaNow

 

PORQUE O VOSSO PAPEL É FUNDAMENTAL

 

Profissionais de saúde. Podem ter crenças negativas sobre pacientes com perturbações de dependência. Os pacientes costumam ser considerados imprevisíveis, incapazes de seguir recomendações ou mesmo violentos. Serem estigmatizados pode dificultar o seu acesso a serviços de tratamento.

Decisores políticos. A imagem negativa de pessoas com perturbações relacionados com substâncias psicoactivas na sociedade cria um menor número de iniciativas políticas com menos significado nesta área. Além disso, estas iniciativas são frequentemente influenciadas por posições ideológicas.

Empresas. Em vez de considerar a dependência como um problema a ser resolvido para promover o bem-estar dos funcionários e, portanto, o seu compromisso com a empresa, muitos empregadores optam por caçar “dependentes de drogas”, gerando assim intolerância e discriminação.

Órgãos de comunicação social. Em certas situações, os Media usam uma linguagem escrita ou imagética estigmatizante para descrever pessoas que usam drogas. Além disso, por vezes ao relacionar indiscriminadamente o uso de drogas à violência, incentivam à discriminação e ao preconceito.

#QuitStigmaNow

 

A CAMPANHA #QUITSTIGMANOW E OS OBJECTIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

Objectivo 3Saúde e Bem-Estar: inclui explicitamente medidas para fortalecer programas de prevenção e tratamento de abuso de substâncias psicoactivas como o álcool e drogas.

Objectivo 5 - Igualdade de Género: aponta para a necessidade de políticas relacionadas com drogas para reconhecer que existem diferenças importantes entre homens e mulheres com problemas de abuso de substâncias psicoactivas, relacionando os padrões de consumo e vulnerabilidades associadas a cada género.

Objectivo 10 - Reduzir as desigualdades: A estigmatização das pessoas que usam drogas pode dificultar o seu acesso aos serviços de saúde.

Objectivo 16 - Paz e Justiça: A economia informal de drogas gera níveis inigualáveis ​​de violência e corrupção, sejam eles relacionados com o crime organizado, crimes de rua ou até mesmo crimes perpetrados por alguns estados ou governos.

 

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