Reintegração Socioprofissional

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Reintegração Sócioprofissional Serviços

A reintegração socioprofissional é condição sine qua non para uma plena integração e autonomia pessoal. É um processo integrado que reforça mutuamente e que consolida um tratamento prévio na área das dependências. Promove desta forma a igualdade de oportunidades socioprofissionais.

Em 2015, verificou-se de uma melhoria nos indicadores de desigualdade, pobreza e exclusão social, em linha com a diminuição do desemprego. A taxa de risco de pobreza é de 19% e de pobreza de 18,3%. Permanece todavia necessário que a Estratégia Nacional para a erradicação da pobreza e exclusão social tenha em conta diferentes estratégias para diferentes grupos. Entre outros: sem-abrigo, minorias étnicas, toxicodependentes.

Como referido pelo Pilar Europeu dos Direitos Sociais, a importância de regimes adequados de rendimento mínimo junto das pessoas mais vulneráveis é crítica para salvaguardar a dignidade humana. Tal permitirá aos indivíduos participar na sociedade e seguir uma formação e/ou procurar emprego.

E é imperioso que se continue a investir em formação de qualidade, diferenciadora e capaz de uma integração profissional duradoura. Desta forma, afasta-se a precariedade e a instabilidade laboral. Sobretudo junto dos mais jovens e grupos com maiores vulnerabilidades face ao mercado normal de emprego.

Programas Específicos Dianova

Para o efeito, a Dianova disponibiliza programas específicos de reinserção social em regime residencial e em contexto laboralTêm por objectivo desenvolver um itinerário individualizado. Através de uma intervenção integrada e articulada de modo a facilitar e promover a reinserção socioprofissional.

A Dianova disponibiliza na área da Empregabilidade, em articulação com Entidades Públicas e Privadas, uma diversidade de medidas em contexto de trabalho e formação.

Destinatários jovens e adultos que:

  1. pretendam ingressar na vida activa.
  2. à procura do seu primeiro emprego.
  3. e/ou interessados em encontrar um novo emprego ou noutro sector de actividade.
  4. estágios curriculares e/ou profissionais.
  5. estejam desempregados, procurando medidas de apoio à contratação.

Indicadores Sobre Pobreza | Outubro 2017

Em 2016, a taxa de pobreza no país caiu para os 25,1%, mas ainda assim é superior à média da União Europeia, 23,4%, com 117,5 milhões de pessoas afectadas. in EAPN

Os números estão no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento feito pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)18,3% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2016. Quase 2,4 milhões de portugueses estavam em risco de pobreza ou exclusão social em 2016, apesar de um aumento de 70 euros no rendimento mensal das famílias.

A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2016, à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 5.442 euros anuais (454 euros por mês).

Dados Europeus

> Segundo os últimos dados do Eurostat em 2016, existiam na UE28 cerca de 117.5 milhões de pessoas em situação de pobreza e de exclusão social (23.4%e do total da população). Em Portugal essa percentagem foi de 25.1%.
> São as mulheres que se encontram em maior risco de pobreza e exclusão social (24.3%), por comparação aos homens (22.4%) (UE28).
> Em 2016 (UE28), 26.5%e dos jovens com menos de 18 encontrava-se em situação de pobreza e exclusão social. No que diz respeito às pessoas mais idosas (+ 65 anos), a percentagem estimada situou-se nos 17.7%.

Dados Nacionais

Pobreza

> No que diz respeito aos dados do INE, em 2015, 19.0% das pessoas estavam em risco de pobreza, valor que diminuiu ligeiramente relativamente ao ano anterior. 
> Em 2015, a taxa de risco de pobreza para a população idosa foi de 18.3%, superior em 1.3 p.p. ao valor registado em 2014 (17.0%).

> Em 2015, em Portugal, 10.9% dos trabalhadores encontravam-se em situação de vulnerabilidade à pobreza. É importante sublinhar que, em 2015, 42% dos desempregados e 31.2% dos “outros inactivos” estavam em risco de pobreza. Relativamente à população reformada, assistiu-se a um novo aumento em 2015 para 16.0% (em 2014 foi 14.4%).

> Em Portugal, em 2016, 19.5% da população encontrava-se em situação de privação material e 8.4% em situação de privação material severa.

Desemprego

> Segundo o destaque do INE a taxa de desemprego de julho de 2017 situou-se em 8,9%, menos 0,2 pontos percentuais (p.p.) do que no mês anterior e menos 0,6 p.p. em relação a três meses antes. 

> A taxa de desemprego dos jovens situou-se em 24.6% e aumentou 1.6 p.p. em relação ao mês precedente. 
> Em Portugal, em agosto de 2017, 210. 419 beneficiários com processamento de rendimento social de inserção (RSI); No mesmo mês 165.783 de pessoas beneficiavam do completo social para idosos (CSI).