Viveiros Floricultura

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Viveiros Floricultura Reintegração Sócio-Profissional

Produção e comercialização de plantas e flores na Associação Dianova

Os Viveiros de floricultura da Associação Dianova Portugal dedicam-se à produção e comercialização de plantas de exterior. Esta unidade tem uma produção média anual de 400.000 plantas e flores. Destacamos:

Alfazema. Amor-perfeito. Begónia. Berberis. Gazania. Hortênsias. Lavanda. Madressilva. Petúnia. Solanum Jasmim. Verbena. Sardinheira. Vinca.

Estas plantas são perfeitas para decorar jardins, terraços e varandas. A sua grande variedade permite encontrar a solução ideal para o espaço que queira decorar e o tempo que está disposta/a a dedicar.

As plantas de exterior constituem a melhor opção para preencher qualquer espaço que tenha ao ar livre. A sua versatilidade e o pouco cuidado que exigem, permite que sejam utilizadas em vasos, canteiros, laterais de caminhos ou em jardins de grandes dimensões. Estas plantas têm uma enorme capacidade de adaptação pois estão adaptadas geneticamente a grandes variâncias climáticas.

O facto de existirem espécies perenes e outras de temporada (primavera-verão e outono-inverno), permite-lhe alterar a decoração dos espaços segundo a estação do ano. Actividade que se torna assim num saudável hobby em comunhão com a natureza.

Se tiver dúvidas sobre as plantas adequadas ao seu espaço, não hesite em perguntar-nos. Os nossos especialistas em jardinagem ajudarão a encontrar as flores mais adequadas para que possa desfrutar da sua maravilhosa companhia.

Viveiros de Plantas em Monte Redondo, Torres Vedras

Com 23 estufas ocupando uma área de 10.000 m², os Viveiros de Floricultura da Associação Dianova encontram-se dotados de equipamento moderno e especializado. Estufas climatizadas, sistemas de rega computorizados, misturadora e envasadora mecânica.

O controlo de qualidade e profissionalismo faz parte do processo produtivo, desde a plantação até à sua entrega final ao cliente. Abrange todo o território nacional continental.

Vendemos a retalho para particulares e por grosso a viveiristas, autarquias, empresas de jardinagem e outros profissionais do sector.

Compromisso Social com Propósito Sustentável

Apesar de extinta como medida do mercado social de emprego, a Dianova manteve esta unidade de duplo propósito:

Compromisso social: permite a transição para o mercado normal de trabalho ao capacitar os profissionais com competências na área da floricultura.

Sustentabilidade organizacional: uma estratégia de geração de receitas que são reinvestidas na área de reintegração socioprofissional e inclusão social.

Saiba que ao comprar Plantas da Viveiros Dianova está a contribuir para o aumento da capacitação profissional e inclusão social de Pessoas com maiores vulnerabilidades face ao mercado normal de emprego.

A história dos Viveiros de Floricultura da Associação Dianova

Os Viveiros de Floricultura da Associaçao Dianova foram criados em 2000 ao abrigo da medida “Empresa de Inserção” da Comissão do Mercado Social de Emprego do I.E.F.P.

Em 2010, foi atribuída a esta unidade a Menção Honrosa Prémio Manuel António da Mota. Premiando o seu compromisso na inclusão social de pessoas em maior vulnerabilidade face ao mercado normal de trabalho como ilustrou a reportagem da TSF. Esta medida foi revogada e extinta no início de 2015.

Com vista a uma inclusão social mais efectiva, a medida “Empresa de Inserção”  teve como objectivos:

> A reinserção de toxicodependentes reabilitados e desempregados de longa duração com dificuldades de inserção no mercado de emprego.

> O desenvolvimento e consolidação de competências socioprofissionais.

> A promoção de condições de emprego através da celebração de contractos de trabalho e profissionalização na área da floricultura.

Ao longo destes 18 anos, dezenas de beneficiários cumpriram estes objectivos estando actualmente perfeitamente inseridos social e profissionalmente. Foi uma medida que, enquanto esteve activa, criou as condições necessárias para que muitos toxicodependentes e alcoólicos reforçassem as suas competências. Quer habilidades profissionais, quer sociais através da formação em contexto de trabalho. Os 2 anos de contrato em “emprego protegido” contribuíram significativamente para que alcançassem a sua plena autonomia. Uma capacitação fundamental ante as suas escassas competências iniciais e do reduzido suporte familiar.